Melhores equipas do ano – 26ª
- 12 de nov. de 2017
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Quando foram anunciados os convites para a Volta a Itália, certamente a Nippo – Vini Fantini sentiu uma enorme desilusão por falhar o principal objectivo da temporada. Ainda assim ganhou 12 provas em 2017, fruto da inspiração de um incrível Marco Canola, que regressou à Europa, após 2 temporadas nos Estados Unidos.
O italiano foi a grande figura da formação italiana, e de longe. Somou 6 dos 12 triunfos e foi o primeiro corredor a vencer o critério e a prova oficial da Japan Cup, ganhando ainda a Volta a Limburgo, 3 etapas na Volta ao Japão e 1 etapa no Tour of Utah. Foi impressionante de uma maneira global, com resultados incríveis a partir de Abril, averbando um total de 6 vitórias, 10 pódiso e 48 lugares dentro dos 10 primeiros. De resto não houve grandes destaques, talvez mencionar Iuri Filosi e Eduard Michael Grosu por alguns bons resultados.
Pode parecer uma cópia de 2016, mas as desilusões são Damiano Cunego e Julian David Arredondo. Cunego ainda esteve bem no Tour of Qinghai Lake, mas o colombiano foi uma autêntica nulidade, mais uma vez, e não se está a conseguir encontrar. A juntar a eles, Ivan Santaromita não esteve propriamente mal, logrou alguns top-10, mas nada mais que isso e esperava-se que o ex-campeão italiano conseguisse obter um maior destaque.
A constituição do plantel ainda é um pouco incerta, muitos ciclistas vão sair, mas só Iuri Filosi tem já equipa para 2019. Foram contratados 2 jovens italianos, 1 jovem espanhol, 2 japoneses sem grandes resultados e 1 italiano bem conhecido dos portugueses. Marco Tizza veio à Volta a Portugal e foi 5º na chegada a Bragança e 3º em Oliveira de Azeméis. Foi ainda 5º no Sibiu Cycling Tour e 6º na Coppa Agostoni, é um sprinter que passa bem a montanha, curiosamente as mesmas características de Marco Canola, que terá ainda mais responsabilidade em 2018.





















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